Fiz um pacto com a morte:
Eu não me preocupo com ela , ela não se preocupa comigo.
Eu finjo ser ingênuo , ela finge ser inocente.
Nosso encontro , ao contrário do senso lógico , se deu ao meu nascimento. Somos parceiros desde então. Eu solicitei a ela grandeza e ela me solicitou coragem. Afinal , eram coisas necessárias para transformar o porvir em uma obra de arte.
Nossa parceria , desde então, transforma todo o medo em desafio , toda dor em prenúncio de alegria e todo acontecimento em um pedaço de eternidade. A morte , sempre me lembra, que só esta do meu lado para me mostrar e delimitar que não há ausência de vida. Tudo é vida. Vida vida , direto da fonte. Que o único pecado que existe é ter receio do próprio destino. Assim vamos. Não há ausência de vida , tudo é vida ! Aliás , a morte esta em função da própria vida. Mais uma vez : Não há ausência de vida ! Posso agora de livre consciência dizer viva a morte , pois , sei muito bem que é a mesma coisa que dizer : VIVA A VIDA !
Gabriel Pavani.
Pensamos que saúde mental não é algo espontâneo. Muito menos congênito. De modo algum configura-se como um processo passivo. Saúde mental é , claramente , uma construção. Uma conquista . Um processo ativo. Um direito conquistado. Sendo assim , estamos dispostos a fornecer o melhor conteúdo veiculado do modo mais interessante para construção de um alicerce sólido afim de uma saúde mental forte e autônoma. SEJAM BEM VINDOS !
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