É preciso recusar a divisão de tarefas que, com frequência,
propõe-se-nos: aos indivíduos, de se indignar e falar; aos governos, de
refletir e de agir. É bem verdade: os bons governantes amam a santa
indignação dos governados, desde que ela permaneça lírica. Creio que é
preciso dar-se conta de que frequentemente são os governos que falam –
não podem e não querem senão falar. A experiência demonstra que se pode e
se deve recusar o papel teatral da pura e simples indignação que se
propõe a nós
Pensamos que saúde mental não é algo espontâneo. Muito menos congênito. De modo algum configura-se como um processo passivo. Saúde mental é , claramente , uma construção. Uma conquista . Um processo ativo. Um direito conquistado. Sendo assim , estamos dispostos a fornecer o melhor conteúdo veiculado do modo mais interessante para construção de um alicerce sólido afim de uma saúde mental forte e autônoma. SEJAM BEM VINDOS !
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